quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Não tenho mais nada para dizer... por enquanto...


Na falta de ter o que dizer... ouço essa canção. Beijos em todos.

video

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Não assisti a derrota do Brasil

Gente, acabei de ligar a tv, não assisti o jogo e tô completamente perdido. O Brasil perdeu o jogo?! Deu até expulsão?! Nossa!!!! Foi o único jogo que não assisti... Tô me sentindo meio culpado...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Será que vai?!



Tô aqui pensando com os meus botões. Como todo brasileiro, estou acompanhando o desempenho do Brasil na Copa, até achando que está fazendo uma boa campanha, a equipe do Dunga, mas no jogo de sexta, 25/06, contra Portugal, desanimei um pouco.

Parece que acabo de assistir às mesmas Copas passada e retrasada, pois têm alguns vícios que se repetem no desempenho do Brasil neste tipo de disputa. O Brasil sempre acaba fazendo aquele jogo do “quase”: do “quase” drible, do “quase” passe, do “quase” cruzamento e, claro, do “quase” gol.

É um tormento! Os brasileiros nunca podem sentir o gostinho de ver um time que, mesmo com a capacidade técnica que tem o do Brasil, vença com tranqüilidade. Sempre são as mesmas falhas, pouca defesa e ataque confuso e displicente. E não venham me dizer que isso aconteceu porque esse ou aquele jogador não estavam em campo, pois, como já disse, a fórmula sempre se repete. Acabamos por ficar roendo unhas até o último segundo, sempre.

Bem, como estou com pouco tempo pra divagar, vou ficar aqui com meu coração brasileiro esperando o próximo jogo, torcendo, vibrando como sempre faço e rezando para que da próxima vez o Brasil saia do seu famoso salto alto e, ao mesmo tempo, abandone sua baixa auto estima (se é que vcs conseguem me entender, neste pensamento tão paradoxal), e vença os jogos com um pouco mais de garra e dignidade.

E pra finalizar, a pergunta que não quer calar: e o HEXA, será que vai?!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Momento calmo e aconchegante




Estou feliz, e encontrando a felicidade em lugares nos quais nunca imaginei estar...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Dúvidas



Essa semana tá sendo foda!!! Tô com várias dúvidas e chegando a algumas conclusões... e são, no geral, desagradáveis... Difícil quando as coisas estão caindo por terra pra vc, quando tudo desmorona e vc olha ao seu redor e parece que ninguém percebe. É quando novas questões aparecem e novas respostas te assombram.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Clock, Clock, Clock



Uma das coisas que mais pode assustar um ser humano é o resultado das mudanças. Deve ser por causa da nossa necessidade nata em controlar a própria vida, o tempo, o ritmo das coisas, a construção dos acontecimentos... sei lá. Mas o mais aterrorizante é estar bem no meio dessa mudança sem saber ao certo pra onde a vida está nos levando.

Estou nesse momento, chega a ser massacrante a sensação, mas percebo que há uma certa empolgação em mim. Essa expectativa que apavora também excita e deixa tudo mais vivo. As cores são mais fortes, os sabores mais intensos e o tempo se distende ao meu redor. Sufoca um pouco mas coloca a gente como observador da própria vida, como se a gente não fizesse mais parte dela, é um deslocamento, sabe.

Vou acordar daqui a pouco pensando como será o dia. Tentarei botar alguma ordem nas coisas e, provavelmente, não terei sucesso. A vida vai continuar me levando numa direção que só ela conhece. Como cético que sou, terei que aprender a me libertar e deixar que as coisas sejam tecidas ao meu redor, sem muito da minha intervenção. Confesso que é uma fasezinha chata, demoníaca, intransigente comigo, mas, sem dúvida, indispensável pra que eu aprenda a respeitar o fluxo.

Mas vamos ver no que vai dar, não é?! Pois, por pior que sejam os resultados, do chão não vou passar... Pra você que acabou de ler tudo isso, tenha uma boa semana. Tomara que você também tenha uma vida tão confusa como a minha e consiga aprender coisas tão legais com ela, assim como aprendo com esta que tenho....

terça-feira, 13 de abril de 2010

Estou feliz!!!


Só passei por aqui pra dizer que estou feliz. Sim, estou muito feliz. Feliz pois tenho amigos sinceros, pois estou fazendo uma faculdade à qual adoro, feliz por fazer parte de uma banda de gente talentosa, feliz por ter uma mãe fora de série, feliz por que chegou o outono, feliz pois não sou o único, feliz por dar importância, feliz por me reinventar, por voltar a conseguir fazer piadas, por conseguir rir sinceramente de novo, feliz pelo friozinho que sinto agora (principalmente no estômago), feliz por respirar melhor, feliz por ter beijado e abraçado, por começar a ver o futuro, por estar satisfeito, por não estar odiando, por querer novamente, feliz porque as coisas voltaram, finalmente, a fazer sentido para mim....

Abraço a todos e sejam felizes.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Drogas e mais drogas...



Passei o dia de hoje em casa, pensando sobre a necessidade do silêncio. Como pessoa comunicativa que sou, muitas vezes acabo por cometer o erro de me expressar demais, de falar demais, de dar minhas opiniões sem que elas sejam sequer solicitadas e, por isso, acabo por cometer grandes desastres em minha vida pessoal.

Até aí, tudo bem, vida pessoal é vida pessoal e podemos sempre mentir para nós mesmos que tudo não passou de um mal momento, uma situação que, futuramente, poderá ser consertada. Mas, e se essa falha de comportamento se transformar em algo maior, mais e mais recorrente, causando problemas em outras áreas de sua vida, como a profissional, por exemplo?!

Ontem fui à uma festa com meu sócio e amigo Douglas. Esta dita festa seria uma festa onde deveríamos estar presentes por questões muito mais profissionais do que pessoais. Tinha a impressão que o início de alguma boa parceria comercial poderia ser iniciada a partir dos contatos feitos naquele local. E tudo estava correndo bem, até um determinado momento da noite. O local era um paraíso, um sítio, de um grande empresário do estado de Santa Catarina, um verdadeiro pedaço do céu na terra. Animais, lagos, morros, casa no alto do morro, jardinagem perfeita, churrasqueira com palco para mini apresentações artísticas, enfim, um lugar fantástico.

Mas não sei se foram as cervejas, não sei se foi o local ou a impressão sobre as pessoas que estavam ali "fervendo", mas em algum determinado momento eu perdi completamente a objetividade do que deveria ser a minha presença, e comecei por deixar meu grande defeito, o de falar coisas que, definitivamente, não interessam a ninguém, entrar em ação. Daquele momento em diante a noite foi um completo desastre.

Dei minha opinião a respeito do que não devia, impus conselhos a pessoas que nunca havia visto antes, fiz comentários em nível pessoal para pessoas que nem sabiam quem eu era direito. Enfim, fui metido, pretensioso, arrogante, e incrivelmente inadequado ao local.

Meu amigo tentou por vezes fazer com que eu parasse de falar tamanhas sandices para as pessoas e, sem sucesso, irritou-se profundamente por minha falta de profissionalismo. Por falar nele, até ele foi vítima dos meus comentários inoportunos, invasivos e desastrosos.

Conclusão: saí da festa bêbado, com uma vontade louca de sumir, logo depois que um milagroso minuto de lucidez fez-me ver o quão leviano fui durante toda a minha estadia naquela reunião. Uma pena, grandissíssima pena, perdi uma boa noite com um grande amigo e a chance de fechar negócios interessantes também... enfim, tudo estava perfeito naquela noite, o único que não estava perfeito era eu.

Isso me fez ficar o dia com uma tremenda ressaca moral, por me descobrir muito mais fraco do que me imaginava, por perceber o quão leviano posso ser, e por destruir um valioso momento para mim e para meu sócio e amigo. Considerei-me controlador de tudo e mais uma vez, quebrei a cara por isso.

Agora sinto apenas o vazio e o cansaço. Acho que devo estar passando por estes momentos em que as pessoas concluem que não devem mais beber, ou usar qualquer tipo de droga que possa alterar sua percepção da realidade. Descobri que sou um viciado e que não posso mais chegar mais perto de consumir drogas - não sou suficientemente forte para elas. A minha droga predileta é a vaidade. Não tenho mais forças para manter as coisas em pé enquanto estiver fazendo uso dessas doses diárias de vaidade. Provavelmente estarei entrando num período de abstinência, e por isso estarei intratável durante algum tempo, algumas semanas talvez. Mas, pra falar a verdade, já estou há algum tempo tentando me livrar do uso dessa droga, e acho que já estou em abstinência há algum tempo. Só não havia percebido isso de maneira tão clara como agora. Tomara que as pessoas entendam esse meu momento, tomara que eu sobreviva a ele, e tomara que eu retorne bem...

domingo, 14 de março de 2010

O Alienígena

Então, resolvi escrever alguma coisa para abandonar o silêncio... mesmo que fosse algo sem muita utilidade... será?!

Bem, vamos lá. Pra começar, quero registrar neste espaço extremamente democrático (pelo menos, democrático pra mim) que a semana foi muito, mas muito chata. Entre outras coisas, passei pela expectativa frustrada do fechamento de alguns negócios (sobre meu trabalho, falarei mais detalhadamente em outro post qualquer), coisa que não ocorreu; tentei organizar minha papelada pessoal, também sem grande sucesso; e, finalmente, procurei dialogar com as pessoas que se encontravam ao meu redor, e aí mesmo, cometi o maior dos meus fracassos semanais.

Acho, sinceramente, que alguma coisa aconteceu com meu vocabulário por esses dias, pois praticamente ninguém conseguiu entender as palavras pronunciadas por essa pessoa que vos fala. Ou, sei lá, as pessoas podem ter resolvido entrar numa espécie de jogo o qual eu desconheço, onde o entendimento de verbos, substantivos, pronomes, etc não faz parte das regras.

Enfim, como de costume, e agora de uma forma muito mais intensa, acabei por me sentir um alienígena em meio a tantos terráqueos. E pra falar a verdade, há muitos, mas muitos anos mesmo, tenho uma certa dificuldade em entendê-los. E por incrível que pareça, quanto mais tempo e mais proximamente convivo com eles, menos os compreendo. Acho que devo ter algum desvio genético que me impede de me conectar a este imenso inconsciente coletivo, que permite a troca de informações vitais para o diálogo saudável.

Nessa semana, o “não-diálogo” tornou-se bem freqüente, e, assim, meus dias tornaram-se bem difíceis. Mas no final de semana, nesse domingo, acabei dando um tempo ao problema da comunicação silenciando-me completamente, e recolhendo-me em minha casa. E passei horas apenas ouvindo música, tipo David Bowie e Jimmy Hendrix, vendo filmes como Control, e pensando que talvez eu não seja o único alienígena perdido no planeta, tentando insistentemente dialogar com os outros, mesmo sem grandes sucessos...

Bem, essa foi minha semana, nem tão boa, nem tão excitante. Mas como bom otimista que sou, espero que a próxima consiga desfazer o mal estar deixado por essa última.

É isso, falei, e estou melhor por ter falado. Até a próxima. Ps.: acho que vou fazer um curso de fotografia, tem haver com cinema, que eu amo, e tem que falar pouco, coisa que estou aprendendo a amar...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Solar - letra de uma música antiga...



Acordei... e do meu quarto o inestimável jardim
Caminhei... e da janela eu vejo ela sorrir
Percebi... minha Camélia entre flores-quintais
Muito só, brincando toda iluminada de sol!

Descobri, que nos verões nossos sortidos finais
Queimam.. por onde paira tanta fé em se abrir
Infeliz e tão bela vive para ser só
Tenta amar, o infeliz que existe dentro de mim!

Eu já perdi você aqui, tantas vezes que nem sei
Já não me lembro mais...

Desbotou... o olhar tão claro, aguardando amor
Desistiu... voltou-se em festa destruindo o horror
Já não lembro o que a menina sussurrou ao sair
Mas ao sair, bateu a porta e rangeu para mim

Admiti você aqui, tantas vezes que nem sei
Pensei em tudo o mais

Eu já perdi você aqui, tantas vezes que nem sei
Já não me lembro mais... mais!

A história da banda que gerou este blog




É verdade, é verdade e é a mais pura verdade! Para todos os que não acreditam no fato de que as coincidências existam, eu vos digo, meus caros amigos, coincidências existem e estão espalhadas por todas as partes. Não vou entrar aqui nem em discussões filosóficas, e muito menos em levantes religiosos - estes, normalmente, inoportunos e desagradáveis – mas vou falar a respeito de momentos que acontecem sem a mínima pretensão e que podem, futuramente, alterar os rumos da vida de alguém ou de todo um grupo.

Pensemos juntos: a bomba de Hiroshima, não foi uma coincidência, mas, sim, uma estratégia de ataque realizada pelos EUA contra o Japão, a subida de Hittler ao poder, também não foi uma coincidência, foi uma orquestração iniciada a partir do momento em que aquele sujeito ingressou no famoso Partido Nacional-Socialista Alemão, o namoro entre a Xuxa e o Pelé também não foi uma coincidência, mas... bem... essa história vocês já conhecem.

Entretanto, o longo processo envolvendo teorias de diversos físicos e químicos sobre a estrutura e a energia existentes no átomo, e o casamento entre o Sr. Alois Hitler, pai de Hitler, com sua terceira esposa, podem ser vistos como coincidências cósmicas. Coincidências, estas, que geram situações que mudaram definitivamente a história da humanidade. Sobre as coincidências a respeito da vida da Xuxa, e como as mesmas influenciaram a história do Brasil, eu prefiro nem falar... vocês que imaginem...

Mas, trazendo a discussão para um universo menor e mais singelo, ou seja, o universo do meu próprio cotidiano, vejo quase que diariamente coincidências que, na maioria dos casos, não alteram nem minha visão de mundo, nem muito menos os rumos que minha vida estará tomando. Porém, existem outros tipos de coincidências que, até mesmo por acontecerem sem planejamento, pegam-me de surpresa e conseguem alterar o rumo dos acontecimentos, colocando minha vida em novos trilhos.

Uma destas tão intrigantes coincidências foi o meu encontro com a rapaziada da banda Santacústica. Imaginem-se só: numa noite qualquer, lá por outubro (ou seria setembro?!) de 2009 estávamos eu e o meu grande amigo Daniel tomando nossa tão conhecida cervejinha, sentados confortavelmente naquele que considero o meu bar do coração (o Big Portion – tem gente que odeia o atendimento, eu, por minha parte, acho que relação bar/cliente é como casamento, para alguns é um sonho, para outros, um pesadelo) quanto me deu na telha de comentar que deveríamos começar a fazer um som.

Na mesma hora o Daniel comprou a idéia e dias depois me disse que queria que nos encontrássemos com o Fernando (Raziel), com quem já havia tocado antes, e em quem confiava bastante para iniciar um projeto de música. Nos encontramos: mais cervejas, mais conversas, afinidades, gargalhadas (sem piadas do Boi Verde por enquanto... sobre o Boi Verde eu falo outra hora), e na mesma noite, também no Big Portion, ligação para o Tato, amigo dos dois, que viria a ser o próximo integrante da banda.

Tudo certo, marcamos o primeiro ensaio, Rodrigo (Bolinho), grande parceiro do Tato, apareceu para assistir nosso primeiro ensaio em estúdio... e o resto é história....

Ontem tivemos uma reunião na casa do Daniel para começarmos nosso trabalho autoral. Encontrei os quatro cavaleiros do apocalipse na sacada do apto, e em algumas poucas horas desenvolvemos a proposta inicial daquelas que poderão ser nossas cinco primeiras composições.

Infelizmente, tive que me ausentar por uma hora, problemas de trabalho que surgem durante o final de semana, de vez em quando. Mas isso faz parte do processo. Já aprendi a não ser ansioso com essas coisas também.

O grande achado dessa história toda é que no final do nosso bem sucedido encontro na tarde de sábado, olhei praqueles caras e pensei, MEU DEUS, COINCIDÊNCIAS EXISTEM! Nosso encontro aconteceu por acaso, nunca imaginei que chegaríamos ao momento no qual estamos agora, e me apavora saber até onde é que poderemos chegar. Um grupo de cinco perfeccionistas, cada um com suas personalidades e peculiaridades, e que têm em comum um amor irrestrito pela música. É isso que estamos fazendo, é neste ponto em que estamos agora. Fazendo música!

Vejo claramente que daqui por diante os desafios não são ligados à criatividade – essa, nós temos de sobra – mas, sim, ao trabalho em equipe, ao dia a dia da banda, à perseverança, ao difícil cotidiano de uma banda que está começando e que pretende ingressar num mercado profissional. Sei que será um furacão que passará por minha vida e deixará toda a casa bagunçada. E terei que ser bom para arrumá-la novamente. Com nossa banda decolando, a vida irá mudar, as expectativas também, e os planejamentos anteriores terão que ser revistos e revisitados.

Mas tudo bem, admito um pouco de medo e um certo frio na barriga. Mas hoje entendo que medo e frio na barriga também podem ser sinônimos de diversão. E garanto que estou me divertindo às pampas com aquilo que, inicialmente, parecia-me como um mero encontro de amigos que estavam a fim de fazer um som. Hoje somos uma banda que tem como objetivo colocar o pé na estrada, desbravar novos lugares, chafurdar nos ritmos, nas melodias, nas palavras e conquistar um bom público.

É meus amigos, assim acontecem as coincidências, e são algumas delas que têm força e manha o suficiente para mudar nossas vidas... talvez de uma forma nunca antes vista por nós mesmos....

Por hoje é só, até a próxima.

Abraços santacústicos!

Ps.: aos desavisados esta é a minha versão dos fatos...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Bem, temos que começar por algum lugar, não é mesmo?!


Então, resolvi iniciar um blog. Já faz muito tempo que ouço falar destes plurais e multifacetados blogs, e sempre fiquei curioso sobre como eles funcionam. Confesso que tinha uma certa aversão pretensiosa de que este negócio era pra gente desocupada, que não tem nada mais pra fazer da vida. Não entrava em nenhum, não lia nenhum, já pressupondo o que iria encontrar em cada um deles. Até que aconteceu um fato interessante...

No início deste ano, eu e uns colegas (4 doidos pra dizer a verdade, melhor, 5 loucos, contanto comigo) resolvemos iniciar uma banda de rock, a Santacústica. Por conta disso, a galera resolveu começar a divulgar o trabalho da banda e o dia a dia dos integrantes. Como era de se esperar, tive que desenvolver meu primeiro texto para o tal blog (publicarei na seqüência). Então, pus-me a escrever... escrever... escrever... e quase que não parei mais. Foi aí que me dei conta de que no fundo no fundo eu queria dizer muita coisa, pra quem quisesse ouvir (ou ler), ou mesmo pra ninguém, só pelo simples prazer de colocar minhas idéias no papel (ou na tela do computador). Então resolvi quase que instantaneamente parar com frescuras e entrar neste fantástico universo dos blogs.

Bem, acabo de criar o meu blog, onde poderei falar coisas interessantes, besteiras absolutas, e, quem sabe, trocar idéias com outros doidinhos sobre o que acontece no meu cotidiano, no vosso cotidiano, e no mundo; gente com quem eu possa me identificar nesta pilha quase infinita de divagações.

Sendo assim, por enquanto, inicio por aqui, com um singelo texto de abertura. Na seqüência tem mais, coisas sérias, criticas ferinas e muita piada boba.

Então era isso galerinha, pra quem participar dessa nova empreitada de my life, espero que se divirtam e que me digam coisas que também mudem minha forma de ver o mundo. Pra mim mesmo, pragmático que sou, desejo sorte na empreitada.

Sendo assim, dou abraços a todos, desejando bom dia, boa tarde, boa noite...